Um Coelho Branco com olhos cor-de-rosa passou correndo, também não havia nada de muito especial nisso, não é muito fora do normal um Coelho dizer para si mesmo " Oh Puxa! Oh Puxa! Eu devo estar muito atrasado!" ocorreu que se deveria achar tudo aquilo muito estranho, mas na hora tudo parecia muito natural; Mas, quando o Coelho tirou um relogio do bolço do colete, olhando para ele, apressando-se a seguir, passou pela cabeça nunca tera visto um coelho com um bolço no colete e menos ainda com um relogio para tirar dele. Ardendo de curiosidade, correu atraz dele pelo campo, a tempo de ver-lhe saltar para dentro de uma enorme toca de coelho embaixo da cerca.
No mesmo instante, entrou ali, sem saber como faria pra sair dali depois. Caiu milhas e milhas, quando subtamente caiu sobre uma pilha de gravetos e folhas secas e a queda acabou.
Sem ter se machucado nenhum pouco, levantou sovbre os pés num instante: diante de si havia um grande tunel e de longe avistava o Coelho Branco ainda apressado. não havia tempo a perder e lá se foi como o vento, ainda a tempo de ouvi-lo dizer quando virava a esquina:
"Oh minhas orelhas e minhas vibrissas, como está ficando tarde!"
Estava ainda bem atras dele quando dobrou a esquina, mas ainda era possivel avistar o coelho. Encontrou-se, então, em um comprido e baixo aposento, que era iluminado por uma fileira de lampadas penduradasno teto. Havia portas por toda volta mas todas estavam trancadas, depois de percorer uma a uma, tentando todas sem sucesso, tristemente voltou ao centro da sala, pensando como sair de lá. Quando desistiu de tentar sair dali, sentou-se e chorou.
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