terça-feira, 13 de outubro de 2009

Desaparecido - Manu Chao

Me llaman el desaparecido
Que cuando llega ya se ha ido
Volando vengo, volando voy
Deprisa deprisa a rumbo perdido

Cuando me buscan nunca estoy
Cuando me encuentran yo no soy
El que está enfrente porque ya
Me fui corriendo más allá
Me dicen el desaparecido
Fantasma que nunca está
Me dicen el desagradecido
Pero esa no es la verdad
Yo llevo en el cuerpo un dolor
Que no me deja respirar
Llevo en el cuerpo una condena
Que siempre me echa a caminar

sábado, 26 de abril de 2008

Não tem pé, não tem cabeça, não tem ninguém que mereça...


Existir. Existir em várias formas, de vários jeitos. Viver como a vida exige, viver como queremos. Enfim, viver. Existir é fácil, uma pedra existe. E é só. Nós, estáticos, não existimos tanto... Precisamos de atitudes, ações, pensamentos e palavras. Existimos por meio de atitudes, ações, pensamentos e palavras. E sentimos essa existência. Não senti-la seria ignora-la. O que acabaria por gerar uma inexistência da existência, que não poderia ser ignorada. Inexistir. Inexistir. Mas não é tão fácil assim... Morte não leva à inexistência. Leva à sutileza de ser lembrado, esquecido e nossas marcas acabam por nos tornar permanentes, o que nos leva a existir ainda mais. Se eu fosse uma pedra, existira apenas. Mas eu sinto o que existe. Sinto as pedras e não posso ignora-las. Senti-las já é assumir sua existência. O que eu sinto existe? Existe a partir do momento em que sinto, pois, antes, não existia pra mim. E tentar ignorar o que eu sinto já seria uma forma de sentir. Ora, quem é que não sabe o que é se sentir sozinho? Mais sozinho que um elevador vazio... E não me importa se eu existo pra você, eu existo pra mim e isso é suficiente pra me cansar. Sozinho, eu existo ainda mais pra mim. Dividindo com você, a existência fica menos pesada. Mais suportável. Deveríamos desviar os olhos e pensar em pequenas coisas. Deveríamos beber mais e pensar menos. Pensar menos em nós mesmos... Pensar mais nas coisas que nos cercam. E como elas nos cercam... Tanto! Essas paredes ainda vão me enlouquecer. Essas paredes de pedras, de pessoas, de luzes e “moral e ética”. As paredes morais me sufocam, você sabe como é. Não me dou bem com a simetria desse quarto. E não me dou bem com... Nunca me dou bem.

quinta-feira, 27 de março de 2008

é...mais um monte de dias se passaram e nada de nada de escrever aqui.....
hj estava refletindo sobre a questão do respeito entre as pessoas, não só com quem estamos aptos a conviver, mas tbm com os que não fazem parte de nosso dia-a-dia.
as vezes cuidamos tanto para não magoar as pessoas de nosso convivio, para que não se chateiem conosco e incrivelmente acontece o oposto..... como é dificil relacionar-se sem ter desgosto as vezes,
eu adoro pessoas...... nao importa a idade, cor, conceitos, sexualidade, gosto de conhecer um pouco de tudo e de todos...... e estou me focando mais nesse "um pouco", as vezes uma aproximação muito grande pode nos mostrar o que não precisavamos ver.....
e é ai que entra o tal do desgosto...
pelo visto preciso rever meus conceitos.....
e muitoooo.....

bom cada um com seus problemas não é????
mas que relacionamentos entre pessoas.... é phoda é sim.!

cansei do coelho....
sabia que esse negocio de coelho nem em pascoa tem quem dira na vida...
nossa..... quebrando conceitos totalmente!
enfim... é isso.....
aquele abraço pra quem fica!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

hum eu falava sobre o coelho...a final que importancia, assim tão grande, há nesse coelho?
nem eu sei, mas imagino...... acho q o fato de perseguir algo, incansavelmente, com um sonho, por exemplo, pode nos mostrar coisas incriveis em nossos caminhos mas também pode mostrar as barreiras que há em nossa vida, e é claro que é dificil encontrar uma saída quando se está num momento de fraqueza, as esperanças são poucas, e você se põe a chorar, é inevitavel, você continua o seu caminho em busca desse sonho, conhece pessoas, lugares diferentes, costumes diferentes, pensamentos diferentes, as vezes seguir um coelho pode parecer muito interessante.....
mas, o caminho pode nos mostrar muitas surpresas......
eu segui um coelho por muito tempo, tempo suficiente para muita gente desistir.....Eu cheguei a desistir, mas sempre o procurei, e ultimamente meu coelho está cada vez mais perto eu sinto isso..... mas isso só vou ter certeza qdo o encontrar.......

sábado, 9 de fevereiro de 2008

tá bom!

hj falei com um amigo, alguém q adoro muito...... e a musica de fundo guio nossa conversa de um jeito tão incrivel....... que será inesquecivel........

Senta aqui que hoje eu quero te falarNão tem mistério, nãoÉ só teu coraçãoQue não te deixa amarVocê precisa reagirNão se entregar assimComo quem nada querNão há mulher, irmão, que goste desta vidaEla não quer viver as coisas por vocêMe diz, cadê você ai?E ai, não há sequer um par pra dividirSenta aqui, espera que eu não termineiPra onde é que você foiQue eu não te vejo mais?Não há ninguém capazDe ser isso que você querVencer a luta vãE ser o campeãoPois se é no "não" que se descobre de verdadeO que te sobra além das coisas casuaisMe diz se assim está em paz?Achando que sofrer é amar demais

grande Zeus!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Hunf!

Porque os blogs tem de ser de baixo para cima?
Porque nao de cima para baixo?
Pq não ser diferente e postar de ordem contraria?
Ao contrario deixaria certo invés de errado...
Mas errado é mais facil...
E o fim ficaria no começo e o começo ficaria no fim....
Enfim dexemos assim né!

Nossa me deu uns 7 tipos de ruim.

Down The Rabbit-Hole

Um Coelho Branco com olhos cor-de-rosa passou correndo, também não havia nada de muito especial nisso, não é muito fora do normal um Coelho dizer para si mesmo " Oh Puxa! Oh Puxa! Eu devo estar muito atrasado!" ocorreu que se deveria achar tudo aquilo muito estranho, mas na hora tudo parecia muito natural; Mas, quando o Coelho tirou um relogio do bolço do colete, olhando para ele, apressando-se a seguir, passou pela cabeça nunca tera visto um coelho com um bolço no colete e menos ainda com um relogio para tirar dele. Ardendo de curiosidade, correu atraz dele pelo campo, a tempo de ver-lhe saltar para dentro de uma enorme toca de coelho embaixo da cerca.
No mesmo instante, entrou ali, sem saber como faria pra sair dali depois. Caiu milhas e milhas, quando subtamente caiu sobre uma pilha de gravetos e folhas secas e a queda acabou.
Sem ter se machucado nenhum pouco, levantou sovbre os pés num instante: diante de si havia um grande tunel e de longe avistava o Coelho Branco ainda apressado. não havia tempo a perder e lá se foi como o vento, ainda a tempo de ouvi-lo dizer quando virava a esquina:
"Oh minhas orelhas e minhas vibrissas, como está ficando tarde!"
Estava ainda bem atras dele quando dobrou a esquina, mas ainda era possivel avistar o coelho. Encontrou-se, então, em um comprido e baixo aposento, que era iluminado por uma fileira de lampadas penduradasno teto. Havia portas por toda volta mas todas estavam trancadas, depois de percorer uma a uma, tentando todas sem sucesso, tristemente voltou ao centro da sala, pensando como sair de lá. Quando desistiu de tentar sair dali, sentou-se e chorou.